sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Sobre TRAIÇÃO e LEALDADE entre os “profissionais” da Política


Quando Nicolau Maquiavel afirmou que “na política, os aliados atuais são os inimigos de amanhã" encontrava-se em meio a uma configuração geopolítica complicada na Europa entre os séculos XV e XVI. Os especialistas em sua obra afirmam que  Maquiavel foi mal interpretado e que ele não defendia a falta de ética entre os acordos políticos, nem tampouco o absolutismo, mas somente a centralização do poder nas mãos do monarca, ao tempo em que apresentava modelos de principado e sugestões de governança, tudo situado no espaço temporal em que viveu. Polêmicas a parte, o fato é que o livro O Príncipe  o levou a fama, postumamente. No entanto,  a propaganda negativa de seu pensamento, que foi sinteticamente traduzido e repassado entre as gerações até os dias atuais, através da máxima:  os fins justificam os meios; chega até nós como um principio de verdade de uma prática que compreende os processos e definem as configurações políticas nos dias atuais.
Pois bem, começo meu artigo de hoje com Maquiavel para proporcionar aos meus poucos leitores e aos muitos políticos a oportunidade de refletir sobre os últimos acontecimentos esdrúxulos na arena política do Piauí,  que alastram por vários de seus municípios, como uma peste sem controle. Acho que não cabe nem sequer entrar em um debate sobre conceitos e ética política, porque não há ética a ser debatida, não existe acordo ético, não existe eticidade pública acordada entre os partidos, candidatos e sociedade que esteja sendo cumprida, pois ao que parece, no lugar em que se encontram os nossos mais “nobres” e expoentes nomes da política, realmente, “os fins justificam os meios”. 
Mas o que podemos fazer, além de rezar para que os fins não estejam resumidos a lucros próprios, desvio de recursos, pagamento de propinas, corrupção, etc.? 
Acredito que podemos fazer muito mais. Podemos por exemplo, não votar nos políticos que se vendem a qualquer preço; porque, acreditem vocês, meus 5 ou 6 leitores,  eles não estão se vendendo porque desejam o bem social, estão se vendendo porque há um acordo de lucratividade no investimento político que, decididamente, não inclui a sociedade.  É verdade que existem os que estão no meio/mercado político porque desejam o desenvolvimento e até se sacrificam pelo ideal, no entanto, está cada vez mais difícil, reconhecer um bom político.
Por outro lado  e voltando ao rumo inicial de nossa prosa; se não podemos falar de ética política porque o nosso estágio atual está tão complicado e corrompido como  séculos atrás, podemos pelo menos nos dedicar a pensar sobre a traição. 
Quando nos sentimos traídos ou quando traímos é porque rompemos com um acordo prévio em que a confiança se pauta na verdade de que algo deve ser cumprido. Essa confiança, que se instaura a partir de um princípio de verdade estabelecido, é a base da lealdade, muito mais do que de uma fidelidade utópica e raramente encontrada na contemporaneidade.
Morin afirma que as mutações no tecido social, assim como, a mudança nos valores e princípios levaram a uma crise da  ética universal, sobretudo, porque as instituições que constituem os pilares da ética coletiva encontram-se em crise, como a religião que carrega em si o principio de religação com Deus e com o outro; como a família que é considerada a célula mater da sociedade; como a educação cujo processo está cada vez mais fragilizado. Se, portanto, a ética está em crise, o que se deve fazer? Voltar à barbárie, estágio da humanidade em que cada um estava por si e nem existia Deus para todos?
A meu ver,  a sociedade está em processo de transformação. Acredito que a ética é temporal e está se adequando aos valores atuais e, portanto, deverá atender as necessidades de respeito, confiança e lealdade dos nossos dias. No entanto, aqui nos surge a maior de todas as dúvidas: _ Se estamos mudando e devemos procurar nos pautar por valores que garantam um futuro melhor para a nossa sociedade, como devemos agir, se as pessoas que deveriam nos inspirar agem sem a menor pauta ética ?
Muitos de nossos políticos que acreditam que possuem poder e riqueza infinitos,  hoje afirmam:_ nós não traímos, fomos apenas fiéis ao nosso partido. Por outro lado, outros afirmam:_ nós não traímos o nosso partido, fomos apenas fiéis ao nosso desejo de ajudar o Piauí. E todos afirmam categoricamente que estão se sacrificando pelo povo. 
Ao que me parece, reina em nosso Estado uma atmosfera ética de utilidade, em que partidos e políticos seguem princípios distintos, sendo que cada um realiza um processo  de adequação ética ao seu objetivo na sociedade. Não existe lealdade ao acordo social que vive no imaginário coletivo do povo, que serve de guia para a comunidade, pois os princípios devem cumpridos porque existe a necessidade de que o bem estar social se instale, e, para tanto, todos precisam abdicar  de alguma coisa para que a sociedade cresça e se desenvolva. 
Por fim, encerro meu artigo hoje, com um pensamento de Confúcio. A ideia é,  tanto fazer um contraponto a Maquiavel,  como, e, principalmente, para que possamos refletir melhor sobre: Traição e Lealdade:
“Coloque a lealdade e a confiança acima de qualquer coisa; não te alies aos moralmente inferiores; não receies corrigir teus erros”. Confúcio 
Ana Regina Rêgo - Phd em Comunicação Corporativa. Mestre em Comunicação e Cultura. Jornalista. Consultora. Profa. PPGCOM-UFPI. Email: ana.rani@uol.com.br
Sobre TRAIÇÃO e LEALDADE entre os “profissionais” da Política 
Quando Nicolau Maquiavel afirmou que “na política, os aliados atuais são os inimigos de amanhã" encontrava-se em meio a uma configuração geopolítica complicada na Europa entre os séculos XV e XVI. Os especialistas em sua obra afirmam que  Maquiavel foi mal interpretado e que ele não defendia a falta de ética entre os acordos políticos, nem tampouco o absolutismo, mas somente a centralização do poder nas mãos do monarca, ao tempo em que apresentava modelos de principado e sugestões de governança, tudo situado no espaço temporal em que viveu. Polêmicas a parte, o fato é que o livro O Príncipe  o levou a fama, postumamente. No entanto,  a propaganda negativa de seu pensamento, que foi sinteticamente traduzido e repassado entre as gerações até os dias atuais, através da máxima:  os fins justificam os meios; chega até nós como um principio de verdade de uma prática que compreende os processos e definem as configurações políticas nos dias atuais.
Pois bem, começo meu artigo de hoje com Maquiavel para proporcionar aos meus poucos leitores e aos muitos políticos a oportunidade de refletir sobre os últimos acontecimentos esdrúxulos na arena política do Piauí,  que alastram por vários de seus municípios, como uma peste sem controle. Acho que não cabe nem sequer entrar em um debate sobre conceitos e ética política, porque não há ética a ser debatida, não existe acordo ético, não existe eticidade pública acordada entre os partidos, candidatos e sociedade que esteja sendo cumprida, pois ao que parece, no lugar em que se encontram os nossos mais “nobres” e expoentes nomes da política, realmente, “os fins justificam os meios”. 
Mas o que podemos fazer, além de rezar para que os fins não estejam resumidos a lucros próprios, desvio de recursos, pagamento de propinas, corrupção, etc.? 
Acredito que podemos fazer muito mais. Podemos por exemplo, não votar nos políticos que se vendem a qualquer preço; porque, acreditem vocês, meus 5 ou 6 leitores,  eles não estão se vendendo porque desejam o bem social, estão se vendendo porque há um acordo de lucratividade no investimento político que, decididamente, não inclui a sociedade.  É verdade que existem os que estão no meio/mercado político porque desejam o desenvolvimento e até se sacrificam pelo ideal, no entanto, está cada vez mais difícil, reconhecer um bom político.
Por outro lado  e voltando ao rumo inicial de nossa prosa; se não podemos falar de ética política porque o nosso estágio atual está tão complicado e corrompido como  séculos atrás, podemos pelo menos nos dedicar a pensar sobre a traição. 
Quando nos sentimos traídos ou quando traímos é porque rompemos com um acordo prévio em que a confiança se pauta na verdade de que algo deve ser cumprido. Essa confiança, que se instaura a partir de um princípio de verdade estabelecido, é a base da lealdade, muito mais do que de uma fidelidade utópica e raramente encontrada na contemporaneidade.
Morin afirma que as mutações no tecido social, assim como, a mudança nos valores e princípios levaram a uma crise da  ética universal, sobretudo, porque as instituições que constituem os pilares da ética coletiva encontram-se em crise, como a religião que carrega em si o principio de religação com Deus e com o outro; como a família que é considerada a célula mater da sociedade; como a educação cujo processo está cada vez mais fragilizado. Se, portanto, a ética está em crise, o que se deve fazer? Voltar à barbárie, estágio da humanidade em que cada um estava por si e nem existia Deus para todos?
A meu ver,  a sociedade está em processo de transformação. Acredito que a ética é temporal e está se adequando aos valores atuais e, portanto, deverá atender as necessidades de respeito, confiança e lealdade dos nossos dias. No entanto, aqui nos surge a maior de todas as dúvidas: _ Se estamos mudando e devemos procurar nos pautar por valores que garantam um futuro melhor para a nossa sociedade, como devemos agir, se as pessoas que deveriam nos inspirar agem sem a menor pauta ética ?
Muitos de nossos políticos que acreditam que possuem poder e riqueza infinitos,  hoje afirmam:_ nós não traímos, fomos apenas fiéis ao nosso partido. Por outro lado, outros afirmam:_ nós não traímos o nosso partido, fomos apenas fiéis ao nosso desejo de ajudar o Piauí. E todos afirmam categoricamente que estão se sacrificando pelo povo. 
Ao que me parece, reina em nosso Estado uma atmosfera ética de utilidade, em que partidos e políticos seguem princípios distintos, sendo que cada um realiza um processo  de adequação ética ao seu objetivo na sociedade. Não existe lealdade ao acordo social que vive no imaginário coletivo do povo, que serve de guia para a comunidade, pois os princípios devem cumpridos porque existe a necessidade de que o bem estar social se instale, e, para tanto, todos precisam abdicar  de alguma coisa para que a sociedade cresça e se desenvolva. 
Por fim, encerro meu artigo hoje, com um pensamento de Confúcio. A ideia é,  tanto fazer um contraponto a Maquiavel,  como, e, principalmente, para que possamos refletir melhor sobre: Traição e Lealdade:
“Coloque a lealdade e a confiança acima de qualquer coisa; não te alies aos moralmente inferiores; não receies corrigir teus erros”. Confúcio 
Ana Regina Rêgo
Phd em Comunicação Corporativa. Mestre em Comunicação e Cultura. Jornalista. Consultora. Profa. PPGCOM-UFPI. email: ana.rani@uol.com.br

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Vicente Neri e Cheiro de Menina animarão a Festa da Vitória em Fronteiras


Está confirmada para o próximo domingo (14) a Festa da Vitória da Coligação Unidos para Avançar, do prefeito Eudes Ribeiro (PPS) e vice-prefeita Maria José (PMDB) que ganharam as Eleições Municipais para o quatriênio (2013-2016).
A festa será animada pelo cantor Vicente Néry e a Banda Cheiro de Menina.
FONTE: fronteirasonline

Confira as fotos da comemoração da vitória de Eudes Ribeiro


O povo de Fronteiras foi as ruas comemorar a vitória de Eudes Ribeiro:

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

ANA TERESA AGRADECE AO POVO


AOS ELEITORES DA MINHA QUERIDA CIDADE “FRONTEIRAS”, 


Obrigada por tudo que fizeram durante o processo eleitoral, em favor da minha candidatura.
A forma mais honesta de agradecê-los será com minha dedicação e empenho, em torno das questões da nossa cidade, pois, sei que você é um importante defensor dela.

Estou triste com o resultado, é claro, pois a expectativa de mudança sempre estará aflorada no peito de quem se dispõem fazer algo diferente em prol do coletivo...
Mais só por hoje!... Amanhã quando acordar serei impulsionada pelos votos que recebi, sinceros e de qualidade, com consciência política, daqueles que acreditaram nas minhas idéias... Infelizmente a falta de consciência política e mobilização transformam as pessoas em simples robôs angariados pelos detentores do poder, e que votam por osmose em pessoas despreparadas, simplesmente por terem NOMES VINCULADOS A ALGUM SETOR OU MIDIA, DINHEIROS SUJO, OU COISA PARECIDA...

Amigo perdemos muito com isso!... e não digo isso só porque não recebi votos necessários pra ser eleita, mais porque perdemos a chance de renovar um pouco mais a nossa Câmara Municipal... e se não houver uma mobilização política dentro da sociedade, estaremos assistindo o mesmo fato nas eleições gerais em 2014.

Mais não considere essa mensagem como a de uma "coitadinha qualquer" que perde uma eleição democrática... Muito pelo contrário, primeiro que não existe nada de democrático nesse modelo de eleição, onde os tempos de mídia são desiguais, e uma serie de outros impedimentos democráticos...

Obrigado pela moral! ... Agora minha responsabilidade só aumenta, tendo em vista que seu voto de confiança representa muito pra mim, e vou tentar reverter esse fato com muito trabalho nos bastidores como sempre fiz, pelas nossas causas, por uma FRONTEIRAS melhor!

ANA TERESA



Eudes Ribeiro é reeleito prefeito de Fronteiras


Com uma maioria de 1529 votos Eudes Ribeiro (PPS) foi reeleito prefeito de Fronteiras. Eudes Ribeiro teve 60,40% dos votos e o candidato da oposição Laércio Luz teve 39,60%.
Os vereadores eleitos foram: Hanna de Neto de Hermínio (499), Alba de Adeilson (493), Célia (465), Samuel do Pastor (450), Dr Josué (442), Dr. Rodrigo (400), Liege (365), Cledinilsa (356), Keyla (350).



Confira a relação dos candidatos que não conseguiram se eleger e suas respectivas votações: Izalberto Luz (338), Cicinho de Abdon (329), Geraldo Taxista (307), Adail Sousa (277), Sabina de Luiz do Riacho (257), Marta do Cartório (253), Zezito de Juvêncio (234), Chico Dino (232), Manelim (231), Tutinha (193), Benjamim (178), Ana Teresa (179), Aldemi (67), Deuzinho (59), Amadeu Ribeiro (46), Galego do PT (36), Preta do Adriano (27), Chupila (21), Qualhada (14).

sábado, 6 de outubro de 2012

Saiba o que é permitido e o que é proibido na hora de votar


No dia da eleição, todo eleitor precisa seguir as regras previstas na lei eleitoral para votar com tranquilidade e sem cometer irregularidades. As eleições acontecem em todo o país das 8h às 17h. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, entre as regras sobre o que é permitido e o que é proibido na hora do voto estão: 

1) O eleitor pode fazer uma manifestação individual e silenciosa de apoio ao partido e/ou candidato de sua preferência (bonés, fitas, broches, bandanas); 

2) Para lembrar em quem votar, o eleitor pode levar a “cola” eleitoral, com o nome de seus candidatos escolhidos; 

3) Na cabine de votação, é proibido portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação ou quaisquer instrumentos que possam comprometer o sigilo do voto. Esses aparelhos devem ficar retidos com o mesário enquanto o eleitor vota; 

4) Não é permitido utilizar vestuário padronizado, bandeiras, broches nem adesivos que caracterizem uma manifestação coletiva de apoio; 

5) É proibida a distribuição de panfletos e santinhos; a conhecida boca de urna pode levar à prisão. 

6) É proibido aos servidores da Justiça Eleitoral, aos mesários e aos escrutinadores o uso de vestuário ou objeto que contenha qualquer propaganda de partido político, de coligação ou de candidato; 

7) É vedada qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos; 

8) É proibida a entrada com bebidas alcoólicas e com roupas de banho no local de votação. Shorts, bermuda e sandália são permitidos. O eleitor também pode estar descalço para votar; 

9) É proibido usar alto-falantes e amplificadores de som, realizar comício ou carreata; 

10) Os fiscais partidários somente podem usar crachás com nome e sigla do partido a que pertencem e é vedada a padronização do vestuário; 

11) Para votar, o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida poderá contar com o auxílio de pessoa de sua confiança, ainda que não tenha feito o pedido antecipadamente ao juiz eleitoral; 

12) Não há regra sobre a permanência de animais nos locais de votação, mas cada presidente poderá determinar a retirada do animal se houver transtornos; 

13) O eleitor deficiente visual pode assinar a folha de votação, ou as cédulas oficiais, se for o caso, utilizando-se de letras do alfabeto comum ou do sistema "braille"; usar qualquer instrumento mecânico que trouxer ou lhe for fornecido pela mesa e que lhe possibilite exercer o direito de voto; utilizar-se do sistema de áudio, quando disponível; 

14) A decisão sobre a venda de bebidas alcoólicas no dia da eleição é de competência da Secretaria de Segurança Pública de cada estado.

PI: 11 municípios não conhecerão prefeitos no domingo de eleição


Eleitores de 11 municípios do Piauí irão às urnas no domingo (07) mas não conhecerão seus prefeitos no mesmo dia. Segundo o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Haroldo Rehem, candidatos nesses municípios tiveram o registro indeferido e entraram com recursos.


Desembargador Haroldo Rehem, presidente do Tribunal Regional do Piauí


Nesses casos, não havia tempo para substituição dos dados dos candidatos nas urnas eletrônicas. "Eles serão votados normalmente e, somente depois das eleições, o TRE julgará e darão ou não aos candidatos os votos contabilizados", explica o desembargador. 


Quando há desistência ou negativa do registro junto ao TRE, um substituto deve ser apresentado. Porém, nesses 11 municípios, não houve tempo hábil para a inserção dos dados dos substitutos nas urnas. 


Em cinco municípios, os candidatos com problemas que ganharem não podem ser diplomados. São eles: Brasileira, Fronteiras, Milton Brandão, Prata do Piauí e Santa Cruz dos Milagres. Nos outros seis municípios, os prefeitos podem ser diplomados, mas continuam respondendo e podem ser retirados do cargo.


"O candidato que não mais é candidato receberá essa votação e, vingando o nome do substituto, os votos serão destinados ao substituto ou não. Na hora do voto aparecerá a foto do candidato antigo. Se não houve substituição, pode ter certeza que o eleitor vai votar em candidato inexistente e os votos são anulados", explicou.


O desembargador alertou ainda para que o eleitor, partidos e candidatos denunciem os crimes eleitorais, principalmente a boca de urna. 


"A orientação que toda e qualquer pessoa deva fiscalizar a lisura da eleição. Se tiver conhecimento de prática de crime imediatamente comunique a polícia, ao juiz eleitoral, ao cartório", disse.


Leilane Nunes
leilanenunes@cidadeverde.com

Vespera da eleicao tem candidatos preso e baleado


A véspera da eleição está movimentada nos municípios do Piauí. Em São Julião, na noite de sexta-feira, o candidato a vereador Vanderley José de Sá foi alvejado com dois tiros durante atividades da campanha eleitoral.
O candidato foi levado às pressas ao Hospital Regional Justino Luz, em Picos, onde passou por cirurgia. Uma das balas acabou perfurando o pulmão de Vanderley, mas seu estado de saúde já pode ser considerado estável.
O clima eleitoral no município, localizado a 370 Km de Teresina, na fronteira com o Estado de Pernambuco, não é dos melhores. O juiz da 40ª Zona Eleitoral, Marcos Antônio Moura Mendes, proibiu a realização das carreatas que seriam realizadas neste sábado pelas coligações “Unidos por um São Julião Mais Forte” e “A Força que vem do Povo”.
O motivo da proibição está na falta de policiamento ostensivo nas ruas do município, o que favorece a prática de crimes eleitorais e não garante a integridade física de eleitores e candidatos.
Em Jatobá do Piauí, uma ação comandada pelo delegado regional Daniell Pires e acompanhada pelo promotor Cláudio Bastos prendeu um candidato a vereador com uma pistola 380 e um revólver 38 municiados. Ele alegou que anda armado pra se defender de ladrões, pois mora sozinho.
Na noite de sexta-feira, as Polícias Civil, Militar e Federal prenderam o candidato a vereador Valdeck Eduvirgem de Macedo (PTB), da coligação "No caminho certo", que dá sustentação à candidatura do atual prefeito de Jatobá do Piauí, Macedo Bandeira (PT).
O promotor de Justiça, Cláudio Bastos, que esteve na ação, contou que a polícia recebeu a denúncia de que havia um determinado grupo de pessoas fazendo blitz na entrada da cidade, sem ser policiais. Quando chegaram ao local encontraram o candidato numa atitude suspeita, se aproximaram e acharam uma arma modelo pistola 380 carregada só no ponto de ser usada. Após alguns instantes retornaram ao local e lá também encontraram um revólver calibre 32. Valdeck confessou que as armas lhe pertencem e que tem o registro, no entanto, não possui o porte.
“Se a lei permitir a prisão em flagrante, ele será preso”, afirmou o promotor acrescentando que o petebista não terá nenhuma complicação com relação a sua candidatura, a não ser que ele seja condenado e tenha seus direitos políticos cassados.
Em Altos, motoqueiros armados tentaram invadir a casa do candidato a prefeito Espedito Pacífico, mas viaturas da Polícia Militar foram chamadas e a invasão não se consumou. O clima na cidade é de confrontação entre os correligionários de Espedito e Patrícia Leal.
FONTE: meionorte.com

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Divulgada nova Pesquisa Eleitoral para Prefeito em Fronteiras

O 180graus publicou nova pesquisa eleitoral. Desta vez com os candidatos a prefeito da cidade de Fronteiras. A pesquisa foi encomendada junto ao Instituto BrVox e os números são os seguintes:
O candidato Eudes (PPS) aparece na frente com 60,68% das intenções de votos. Em segundo lugar está o candidato Dr. Laércio (PT) com 35,68%. Não sabe: 2,18%. Nenhum / Nulo / branco: 1,46%.

fonte: fronteirasonline.blogspot.com

terça-feira, 25 de setembro de 2012

CONCENTRA POLÍTICA DO "23" - COLIGAÇÃO "UNIDOS PARA AVANÇAR"

A coligação “UNIDOS PARA AVANÇAR” que tem o prefeito EUDES AGRIPINO como candidato a reeleição fez uma mega concentração política neste sábado (22) no município de Fronteiras-PI.
Estima-se que mais de 5.000 pessoas participaram dessa manifestação da continuação do progresso.
VEJA FOTOS ABAIXO

sábado, 15 de setembro de 2012

Remédios para aumentar a inteligência!

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Essa semana eu estive lendo uma matéria de capa, “Existe remédios para ficar mais inteligente?”, na revista Época . O artigo tem se feito conhecido e foi publicado por cientistas pesquisadores na revista Nature, o que defendia essa medicação. Eles dizem que o uso de remédios controlados por médicos pode ajudar o desempenho cerebral e estimular a memória e inteligência. Esses remédios, indicado para pessoas que sofrem de problemas mentais e para tratamento de pessoas com déficit de atenção ou com problemas de sono e memória (Ritalina, o Adderall e o Provigil) é defendida também como um estimulante para a concentração nos estudos.
Algumas empresas americanas já tem usado o remédio para aumentar o desenvolvimento mental.
No Brasil, os remédios acima citados são de tarja preta, ou seja, são vendidos apenas com prescrição médica, porém a matéria fala que cada vez mais brasileiros estão tomando as drogas para aumentar a concentração e e tentarem ficar mais inteligentes.
Vou falar resumidamente a respeito da matéria.
Atualmente estão sendo produzidas cerca de 600 drogas para distúrbios neurológicos, e a sua grande maioria será reprovada por órgãos que regularizam a saúde, porem, muitos estarão em farmácias do mundo inteiro. Cada uma dessa 600 drogas tem um ponto específico onde atuar e regularizam a tenção, a percepção, o aprendizado, a memoria recente, a memoria de fundo, a capacidade de tomar decisões, a linguagem. Esses medicamentos são indicados em sua grande maioria a pacientes portadores do mal de Alzheimer, demência ou déficit de atenção para que consigam levar uma vida mais próxima do normal.
Porém tudo leva a crer que não serão apensa portadores de doenças cerebrais que usarão os medicamentos. Quem não lembra do Viagra? Produzido para auxiliar homens com problema de ereção, tornou-se campeão de vendas porque milhões de pessoas que não tinham o sintoma resolveram experimentá-lo.
Os impulsos correm entre os neurônios como sinais elétricos e passam de uma para o outro com a ajuda dessas substancias químicas.
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Na era do conhecimento, muitas pessoas buscam aquilo que mais atrai: cérebros melhores.
Um estudo feito na Universidade de Michigan, citado na revista New York, concluiu que 4,1% dos universitários de 19 faculdades americanas usaram estimulantes sem receita medica em 2004.
Na grande maioria, o seu uso é usado para manter a energia durante o dia e efetuar as tarefassem uma queda de ritmo de produtividade como uma fonte de energia extra para a vida social.
A principal questão negativa a respeito seriam os efeitos colaterais. O café (um poderoso estimulante) tem vários efeitos colaterais e é aceito há séculos pela sociedade. Se ao tomar a droga a pessoa já tenha idéias a realizar, a droga ajuda a ordená-las e pô-las em prática, mas se ao invés, o remedia apenas cria uma disposição infrutífera.
Positiva ou negativa, as drogas continuam a venda e a serem pesquisadas. A grande promessa é a droga composta por pakines, que atua sobre o neurotransmissor glutamato, essencial nos circuitos ligados a memória. A curiosidade é que a droga serve tanto para melhorar a memória como para apagar fatos do cérebro pois o processo de desaprender é algo é similar ao de aprender, segundo os neurologistas. |O esquecimento pode ser muito bom em alguns casos, como por exemplo, o tratamento de pessoas com distúrbios pós-traumáticos muito fortes ou até “reprogramar” o cérebro para se livrar de um determinado vicio.
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O ENIGMA DO CÉREBRO: Amostras do cérebro de Albert Einstein conservadas para pesquisa. Há 54 anos os cientistas tentam decifrar as origens de uma mente brilhante.
As principais dicas dos cientistas para você melhorar sua inteligência e aproveitar o seu poder mental
1º Pratique exercícios físicos, pois aumentam o numero de vasos sanguíneos no cérebro, melhorando a nutrição e oxigenação dos neurônios. Exercícios também estimulam a geração de células no hipocampo, que é a área do cérebro responsável pela memória, aumentando as conexões com os neurônios;
2º Aproveite as habilidades evolutivas, pois alguns estudiosos dizem que investir nas habilidades de se relacionar aumenta a inteligência. Analise as motivações de outras pessoas e em que elas se diferenciam de você;
3º Repita para lembrar, pis estima-se que o cérebro perca cerca de 90% das informações. Apenas os eventos e fatos marcados pela emoção vão direto para o compartimento destinado à memoria de longo prazo, como o nascimento de um filho ou uma briga. Para gravar os dados que precisamos , o ideal é repeti-los por 30 segundos apos recebe-los e cerca de uma hora depois;
4º Respeite seus limites, pois não fomos programados biologicamente para escrever um testo enquanto conversamos com um amigo pelo MSN e ouvimos musicas(rsrsrs, estou fazendo isso agora, e ainda estou lendo. /);
5º Use vários sentidos. Pessoas que assistiram a um filem ou uma demonstração lembraram 14 dias depois de 50% do conteúdo. As que leram a mesma mensagem lembraram 10%. As que só ouviram, 20%, e as que viram, 30%;
6º Reduza o estresse pois o excesso de cortisol(hormônio liberado em situações estressantes) é toxico e pode matar seus neurônios. A área mais afetada é o hipocampo, que tem funções importantes no aprendizado e na memoria, e que gera novos neurônios;
7º Durma bem. A quantidade de sono varia, mas um descanso no período da tarde é indicado. A Nasa constatou que um cochilo de 26 minutos melhorou em 34% o desempenho de seus pilotos.
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Willian (Bill) Henry Gates II: Advogado de 83 anos, pai de Bill Gates
Segundo Bill Gates II,pai de Bill Gates III, o segredo para a inteligencia é dar liberdade total aos filhos para irem atras de seus sonhos na adolecencia. Foi issso o que ele fez. Alguém ai contesta?
Não sei se a inteligência já vem de berço, se adquire ou realmente se estimula, mas espero que as pesquisas se aprofundem e se realmente houver um bom remédio sem muitos efeitos colaterais para melhorar a concentração, me avise, tenho uma monografia para terminar e defender em dezembro. Só tenho 6 meses, então, se encontrar, me avisa!
Fonte: Revista Época, 11 de Maio de 2009/ Nº 573

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Manual do político honesto

Político bom é transparente, acessível, fiel a suas ideias e ciente de suas possibilidades
O político honesto é antes de qualquer coisa 100% transparente. Como já enfatizamos neste espaço, o homem público decente não teme que todos os seus atos no exercício do cargo sejam absolutamente explícitos. E a tecnologia nos dá infinitas possibilidades para isso. Um mandato transmitido em tempo real via web – com câmeras espalhadas pelos gabinetes e acompanhando todos os passos do mandatário –, por exemplo, é algo realmente fácil de conseguir hoje em dia. Seria a máxima de George Orwell ao contrário: o povo de olho em quem votou.

Político honesto é totalmente 2.0. Também utilizando as novas tecnologias, o mandato deve estar absolutamente conectado com a realidade das redes colaborativas da internet. Cada eleitor que queira imediatamente interferir em um projeto de lei ou sugerir ações para seu representante poderá entrar no site do político e editar suas ações. Tudo muito rápido, sem burocracia
nem intermediários. Conexão direta e honesta.

No plano ideológico, o político honesto é fiel às suas convicções. Durante a campanha, deve aprofundar as discussões sobre suas propostas, divulgá-las exaustivamente e se comprometer publicamente a trabalhar duro pela efetivação delas, sob pena de perder seu mandato. Não existe honestidade se o discurso é um e a prática é outra. E, num ambiente transparente e acessível, o acompanhamento e a cobrança vão existir sempre por parte dos eleitores.

Coisas impossíveis
No que diz respeito aos valores da sociedade, o político honesto deve estar inserido no seu tempo, ou seja, não pode ludibriar a população com causas e discursos presos ao passado. Deve olhar para o futuro, se distanciar de radicalismos e verdades absolutas, buscar a atuação eficiente do Estado e não cair em bobagens populistas. Honestidade é também saber o que se pode de fato fazer e não prometer coisas impossíveis em busca de votos ou popularidade.

É absolutamente compreensível o descrédito geral em relação à política. Mas, ao mesmo tempo, percebam que enquadrar nossos representantes em um universo de honestidade – o que mudaria toda a lógica de nossa sociedade – não é tão complicado assim.

Nas próximas eleições, tenhamos em mãos o manual do político honesto para lembrarmos na hora do voto que político bom é político transparente, acessível, fiel a suas ideias e ciente de suas possibilidades.

Qual a diferença entre calúnia, injúria e difamação?

Muitos usam os chamados crimes contra a honra como sinônimos, mas há diferenças sutis, definidas no Código Penal. Calúnia (art. 138) é acusar alguém publicamente de um crime, e difamação (art. 139), de um ato desonroso. Já a injúria (art. 140) é basicamente uma difamação que os outros não ouviram: é chegar e dizer para um sujeito algo que esse sujeito considere prejudicial.
É possível cometer os 3 delitos de uma vez só. Se, num programa de TV, um entrevistado disser que o apresentador é cafetão, estará acusando em público de um crime (calúnia) desonroso (difamação), cara a cara (injúria).
Então, atenção quando for denunciar uma empresa no orkut ou quiser contar os podres do ex em público. E é preciso cuidado extra com um tipo de vítima: o presidente da República ou qualquer outro chefe de Estado estrangeiro. “Contra eles, mesmo que o ‘criminoso’ tenha dito a verdade, será condenado”, conta Jorge Alberto Araújo, juiz e professor da Universidade Regional de Campinas.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Eleições e Voto Consciente

Introdução
É muito comum ouvirmos que todos os políticos são iguais e que o voto é apenas uma obrigação. Muitas pessoas não conhecem o poder do voto e o significado que a política tem em suas vidas.
A importância do voto
Numa democracia, como ocorre no Brasil, as eleições são de fundamental importância, além de representar um ato de cidadania. Possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente em nossas vidas. Escolher um péssimo governante pode representar uma queda na qualidade de vida. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos impostos que nós pagamos. Desta forma, precisamos dar mais valor a política e acompanharmos com atenção e critério tudo que ocorre em nossa cidade, estado e país.
O voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente. Devemos votar em políticos com um passado limpo e com propostas voltadas para a melhoria de vida da coletividade.

Como votar conscientemente
Em primeiro lugar temos que aceitar a idéia de que os políticos não são todos iguais. Existem políticos corruptos e incompetentes, porém muitos são dedicados e procuram fazer um bom trabalho no cargo que exercem. Mas como identificar um bom político?
É importante acompanhar os noticiários, com atenção e critério, para saber o que nosso representante anda fazendo. Pode-se ligar ou enviar e-mails perguntando ou sugerindo idéias para o seu representante. Caso verifiquemos que aquele político ou governante fez um bom trabalho e não se envolveu em coisas erradas, vale a pena repetir o voto. A cobrança também é um direito que o eleitor tem dentro de um sistema democrático.

Durante a campanha eleitoral
Nesta época é difícil tomar uma decisão, pois os programas eleitorais nas emissoras de rádio e tv parecem ser todos iguais. Procure entender os projetos e idéias do candidato que você pretende votar. Será que há recursos disponíveis para que ele execute aquele projeto, caso chegue ao poder? Nos mandatos anteriores ele cumpriu o que prometeu? O partido político que ele pertence merece seu voto? Estes questionamentos ajudam muito na hora de escolher seu candidato.

Conclusão
Como vimos, votar conscientemente dá um pouco de trabalho, porém os resultados são positivos. O voto, numa democracia, é uma conquista do povo e deve ser usado com critério e responsabilidade. Votar em qualquer um pode ter conseqüências negativas sérias no futuro, sendo que depois é tarde para o arrependimento.

POLÍTICOS???

"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiróz)