segunda-feira, 1 de abril de 2013

DENGUE: QUADRO CLÍNICO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO


Drauzio Varella
A identificação precoce dos casos de dengue é de importância crucial para o controle das epidemias. O vírus da dengue causa um espectro variado de doenças que inclui desde formas inaparentes ou subclínicas, até quadros de hemorragia que podem levar ao choque e ao óbito.
A apresentação clínica da dengue pode ser dividida em três grupos principais:
1) Dengue clássica
a) Nos adultos
A primeira manifestação é a febre, geralmente alta (39° a 40°), de início abrupto, associada à dor de cabeça, prostração, dores musculares, nas juntas, atrás dos olhos e exantema (vermelhidão no corpo), que pode ser acompanhado de prurido.
Num período de 3 a 7 dias, a temperatura começa a cair e os sintomas geralmente regridem, mas pode persistir um quadro de astenia durante algumas semanas.
b) Nas crianças
Geralmente se inicia com febre alta acompanhada de sintomas inespecíficos: apatia, sonolência, recusa da alimentação, vômitos e diarréia. O exantema pode estar presente ou não.
Nos menores de 2 anos, as dores podem manifestar-se por choro intermitente, irritabilidade, apatia e recusa de líquidos, o que pode agravar a desidratação.
Nota: É exatamente no final do período febril que eventualmente surgem manifestações hemorrágicas: sangramento nasal, gengival, vaginal, rompimento dos vasos superficiais da pele (petéquias e hematomas), além de outros. Em casos mais raros, podem ocorrer sangramentos profusos no aparelho digestivo e nas vias urinárias.
Nas crianças, também as formas graves se manifestam depois do terceiro dia, quando a febre começa a ceder. Nos menores de 5 anos, o início da doença pode ser frustro, passar despercebido, e o quadro grave instalar-se como primeira manifestação reconhecível.
2) Febre hemorrágica da dengue (FHD)
As manifestações iniciais são as mesmas da forma clássica, até que ocorra remissão da febre, entre o terceiro e o sétimo dia, quando aparecem as manifestações hemorrágicas (espontâneas ou provocadas), o hemograma mostra que as plaquetas caem para menos de 100 mil/milímetro cúbico) e a pressão arterial pode baixar.
3) Dengue com complicações
É todo caso que não se enquadra nas duas formas anteriores, dado o potencial de risco evidenciado por uma das seguintes complicações: alterações neurológicas, sintomas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva, derrame pleural, hemograma com glóbulos brancos abaixo de 1.000 e/ou plaquetas abaixo de 50 mil.
As manifestações neurológicas incluem: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Geralmente, surgem no final do período febril ou na convalescença.
Os seguintes sinais de alerta indicam a possibilidade de quadros graves:
* Dores abdominais fortes e contínuas;
*Vômitos persistentes;
* Tonturas ao levantar (hipotensão postural);
* Diferença entre as pressões máxima e mínima menor do que 2 cm Hg (por exemplo: 9 por 7,5 ou 10 por 8,5);
* Fígado e baço dolorosos;Vômitos hemorrágicos ou presença de sangue nas fezes;
* Extremidades das mãos e dos pés frias e azuladas;
* Pulso rápido e fino;
* Agitação e/ou letargia;
* Diminuição do volume urinário;
* Diminuição súbita da temperatura do corpo;
* Desconforto respiratório;
A dengue é uma doença dinâmica que pode evoluir rapidamente de uma forma para outra. Assim, num quadro de dengue clássica, em dois ou três dias podem surgir sangramentos e sinais de alerta sugestivos de maior gravidade.
Por essa razão, o Ministério da Saúde recomenda que os pacientes ambulatoriais retornem ao Posto de Atendimento para reestadiamento. Recomenda, ainda, que depois da primeira consulta os médicos preencham o “Cartão de Identificação do Paciente com Dengue”.
Nesse cartão devem constar: identificação, unidade de atendimento, data de início dos sintomas, medição da pressão arterial, prova do laço*. Alguns dados do exame de sangue (hemograma), sorologia para dengue (resultado do exame de sangue específico para a dengue), orientação sobre os sinais de alerta, na presença dos quais o paciente deverá retornar com urgência, e o local de referência para atendimento dos casos graves na região.
Nota: Desde o início de setembro de 2010, por determinação do Ministério da Saúde, casos suspeitos de dengue 4 são de comonicação compulsória às autoridades sanitárias no prazo de 24 horas. O objetivo é evitar a dispersão do sorotipo 4 do vírus que, recentemente, foi identificado em estados do norte do Brasil, depois de muitos anos sem registro de nenhum caso de contaminação.
Prova do laço
A prova do laço é importante porque avalia a fragilidade capilar e pode refletir a queda do número de plaquetas. Está indicada em todos os casos com suspeita de dengue e pode ser a única manifestação hemorrágica nos quadros mais complicados da doença.
Procedimento:
1) Desenhar com uma esferográfica um quadrado de 2,5 cm de lado no antebraço do paciente;
2) Verificar a PA;
3) Calcular o valor médio entre a máxima e a mínima ( se a PA for 12 por 8, a média será 10);
4) Insuflar novamente o manguito até o valor médio (no caso, até 10) e mantê-lo insuflado por 5 minutos (em crianças, 3 minutos) ou até o aparecimento de pequenos pontos de sangramento sob a pele (petéquias);
5) Contar o número de petéquias no interior do quadrado;
6) A prova será positiva se surgirem mais do que 20 petéquias no adulto ou 10 nas crianças.
Diagnóstico
Suspeitar de dengue em todo caso de doença febril aguda com duração máxima de 7 dias, acompanhada de dois dos seguintes sintomas, associados ou não a hemorragias:
* Dor de cabeça;
* Dor atrás dos olhos;
* Dores musculares;
* Dores nas juntas;
* Prostração;
* Vermelhidão no corpo.
Além desses sintomas, o paciente deve ter estado nos últimos 15 dias em área com casos de dengue ou em que existam mosquitos Aedes aegypti.
O diagnóstico é essencial para avaliar a gravidade do caso e orientar o tratamento. De acordo com a gravidade, os casos costumam ser divididos em três grupos:
1) Grupo A
Compreende os casos com as seguintes características:
* Febre por até 7 dias, acompanhada de pelo menos dois sinais e sintomas inespecíficos: dor de cabeça, prostração, dor atrás dos olhos, nos músculos, nas juntas e exantema, associados à presença em área em que existam casos de dengue;
*Ausência de hemorragias: espontâneas e prova do laço negativa;
*Ausência de sinais de alerta
2) Exames laboratoriais
O exame para confirmar o diagnóstico de dengue dever ser pedidos de acordo com a situação epidemiológica:
* Em períodos não epidêmicos, solicitá-los em todos os casos suspeitos;
* Em períodos epidêmicos, solicitá-los de acordo com a orientação da Vigilância Epidemiológica;
* Solicitá-los sempre nas mulheres grávidas, para diferenciar dengue de rubéola.
3) Hemograma
Deve ser pedido obrigatoriamente nos casos de gestantes, pessoas 65 anos, portadores de hipertensão, diabetes, doença pulmonar crônica, renal crônica, cardiovascular ou do aparelho digestivo.
Tratamento
Não existe tratamento específico para combater o vírus. Sua função é combater a desidratação e aliviar os sintomas.
1) Hidratação oral
No primeiro dia: Administrar por via oral 80 mL/kg de peso corpóreo (um adulto de 70 kg deve receber: 80mL x 70mL = 5.600 mL ou 5,6 litros). Atenção: 1/3 desse volume deve ser de soro caseiro (preparado com uma colher de chá de sal e uma de sopa de açúcar dissolvidas em 1 L de água fervida ou filtrada). Os 2/3 restantes podem ser de água, sucos de frutas, chás ou água de coco (recomendada).
Do segundo dia em diante até a febre desaparecer: Administrar por via oral: 60 mL/kg de peso (um adulto de 70 kg deve receber: 60 x 70 = 4.200 mL ou 4,2 L).
Em crianças oferecer: 50mL/kg a 60 mL/kg de peso de soro caseiro a cada 4 ou 6 horas. Se houver vômito ou diarréia, esse volume deve ser aumentado. Não há restrição para o aleitamento.
2) Sintomático
Para combater a febre alta e as dores.
a) Dipirona: É o analgésico/antipirético de escolha. Nas crianças usar 1 gota/kg de peso de 6/6 horas. Nos adultos, 20 a 40 gotas ou 1 comprimido de 500 mg de 6/6 horas.
b) Paracetamol: Em crianças 1 gota/kg de peso de 6/6 horas. Em adultos 1 comprimido de 500 ou 750 mg de 6/6 horas. Respeitar as doses máximas porque o Paracetamol em doses mais altas tem toxicidade hepática.
Notas importantes:
* Antiinflamatórios estão contraindicados por causa do potencial hemorrágico;
* Jamais usar antitérmicos que contenham o ácido acetilsalecílico (AAS, Aspirina, Melhoral, etc): podem causar sangramentos;
* Não comer alimentos que eliminem pigmentos avermelhados na urina e nas fezes (beterraba, açaí, etc.) que possam ser confundidos com sangramento.
Para combater os vômitos e o prurido:
* Metoclopramida (Plasil e outros) e Dimenidriminato (Dramin e outros) podem ser usados 3 a 4 vezes/dia;
* O prurido, que pode ser incômodo, dura de 3 a 4 dias. Pode ser tratado com banhos frios e compressas com gelo. Nos casos mais rebeldes administrar antialérgicos comuns.

Tipos de acidentes


Colisão, abalroamento, tombamento, capotagem, atropelamento, choque com objeto fixo, são os tipos de acidentes adotados pelo DENATRAN para descrever os acidentes e classificá-los.
A análise das circunstâncias e das conseqüências dos vários tipos de acidentes permite definir meios de reduzir tanto sua freqüência como sua gravidade.
O DNIT utiliza uma classificação mais detalhada para os acidentes nas rodovias.
Os acidentes ocorridos na rede federal (em 2002) são classificados em 14 categorias apresentadas abaixo, por ordem de freqüência:
Colisão traseira25%
Saída de pista18%
Abalroamento lateral mesmo sentido12%
Choque com objeto fixo9%
Abalroamento transversal7%
Atropelamento5,2%
Abalroamento lateral sentido oposto4,8%
Atropelamento de animal3,7%
Capotagem3,3%
Tombamento3,2%
Colisão frontal2,8%
Atropelamento e fuga1,4%
Choque com veiculo estacionado0,5%
Outros tipos4,6%
Total100%
Estes tipos de acidentes diferem em termos de periculosidade. Ver em anexo como se classificam em função das vítimas fatais e das vítimas em geral por eles causadas.

Tipos de acidentes nas rodovias

Fatores humanos de risco


O fator humano está presente em quase todos os acidentes de trânsito.
Os fatores humanos de risco são numerosos e cada um deles justificaria muitos comentários. Nesta etapa de implementação do portal, damos somente, a seguir, uma apresentação sumária dos principais.
Convém também mencionar que há diferentes níveis de fatores, por exemplo a sub-estimação do risco e a maneira em que isto vai se manifestar (excesso de velocidade, ultrapassagem, etc.). Poderia quase se falar de fatores primários e secundários. Eles estão mencionados a seguir nesta ordem.
Sub-avaliação da probabilidade de acidente
Desatenção
Cansaço
Deficiências (visual, auditiva, motora)
Consumo de álcool
Consumo de droga
Excesso de velocidade
Desrespeito à distancia mínima entre veículos
Ultrapassagem indevida
Outras infrações de motoristas
Não-uso de cinto, de capacete, de proteção par criança
Imprudência de pedestres, de ciclistas, de motociclistas

Cada fator descrito a seguir é uma pista para ações de prevenção.

Sub-avaliação da probabilidade de acidente A exposição desnecessária ao risco é uma tendência freqüente, especialmente no caso dos condutores masculinos e também dos pedestres, ainda mais quando jovens: autoconfiança nos próprios reflexos, procura de sensações fortes, menor percepção do perigo.
Desatenção Uma longa viagem, um percurso cotidiano eternamente repetido, o uso do telefone celular, podem ter o mesmo resultado: uma desatenção ao que está acontecendo e a incapacidade a reagir de modo a evitar o acidente. Isto é considerado, junto com o cansaço do condutor, como a primeira causa de acidente nas rodovias interurbanas.
Cansaço Um condutor cansado pode adormecer ou ficar sonolento, com capacidade de reação extremamente reduzida. É um fator conhecido, que deve dar lugar a regulamentações do tempo de trabalho dos condutores de caminhões e a recomendações a todos condutores quanto à freqüência e a duração das paradas. Veja as informações sobre a campanha em curso, promovida por ABRAMET, com o título: “O cansaço mata”.
Deficiências Pode ser lentidão: muitos pedestres atropelados são pessoas idosas. Pode ser uma deficiência visual: ma avaliação da distância ou da velocidade de um veículo se aproximando. Pode ser uma deficiência auditiva: para um pedestre, não percepção de um veiculo chegando por trás.
Consumo de álcool Efeitos negativos: euforia, com sensação de potência e superestimação das próprias capacidades, diminuição dos reflexos, estreitamento do campo visual, alteração da capacidade de avaliação das distâncias e das larguras, maior sensibilidade ao deslumbramento.
Consumo de droga Efeitos similares.
Excesso de velocidade A velocidade incide sobre a freqüência e a gravidade dos acidentes. É fato comprovado que qualquer aumento da velocidade autorizada aumenta estes dois parâmetros. Por exemplo, no caso dos atropelamentos, os maiores causadores de vitimas fatais, a velocidade tem um papel determinante. Dela dependem os tempos de reação do motorista e do pedestre e, obviamente, a violência do choque. Se o tempo de reação do motorista for insuficiente para parar o carro e o tempo de reação do pedestre for insuficiente para chegar ao outro lado da rodovia, o acidente é quase inevitável. Qualquer travessia de zona urbana ou em curso de urbanização exige uma redução drástica da velocidade, salvo se houverem passarelas permitindo a travessia.
Desrespeito à distância entre veículos É um erro extremamente freqüente e grave, presente na maioria das colisões traseiras, o tipo de acidente mais freqüente na rede federal: 25% dos acidentes, 14% dos acidentes com feridos, 7% dos acidentes com mortos. Ficando próximo demais do veiculo que lhe precede, o motorista reduz o próprio tempo de reação, renunciando a qualquer possibilidade de evitar o acidente em caso de freada do veículo que vai à frente dele.
Ultrapassagem indevida A colisão frontal fica em segundo lugar na classificação dos tipos de acidentes com vítimas fatais e o abalroamento lateral de sentido oposto, que tem as mesmas causas, fica em quarto lugar. Juntos, eles são responsáveis por 23% dos acidentes com vítimas fatais.
Outras infrações de motoristas
Nao-uso de cinto, de capacete, de proteção par criança. Grandes progressos foram feitos pelos construtores de veículos e, infelizmente, são pouco aproveitados para reduzir a gravidade e a freqüência dos acidentes. O exemplo mais típico é o não uso do cinto no banco traseiro.
Imprudência de pedestres, de ciclistas, de motociclistas.
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terça-feira, 26 de março de 2013

Como agir durante um assalto?

A prática de roubo já se tornou acontecimento comum na maioria das capitais brasileiras. O crescimento das cidades traz consigo a violência urbana e é desta violência que devemos nos proteger.
Praticamente todos nós já tivemos um parente ou amigo que foi assaltado ou esteve sob a mira de um revolver. Alguns saíram ilesos e outros, infelizmente, foram baleados.

Aí surge uma pergunta importante e útil: Por que algumas vítimas morrem nas mãos de um ladrão e a grande maioria sai ilesa, perdendo apenas seus pertences?

A resposta a esta pergunta é crucial para a sobrevivência de muitas vítimas. Preste bastante atenção no relato de um bárbaro crime que ocorreu em setembro de 2002, pela manhã:

Valdir da Silva deixava sua residência no Embu com seu veiculo, acompanhado do filho Mateus de apenas 3 anos. Repentinamente surgem dois marginais armados que anunciam o assalto. O susto teria feito o motorista acelerar o carro. Um dos criminosos fez um disparo que atingiu o peito da criança que faleceu antes de chegar ao pronto socorro.
Vamos supor que o leitor fosse convidado para ir a um acampamento no meio da selva amazônica. Provavelmente você teria antes de passar por um treinamento para aprender a lidar com os perigos da mata fechada e suas armadilhas ardilosas. Sabedor de todas essas orientações, você com certeza correria menos riscos do que uma pessoa que se recusa a aprender essas informações valiosas.

Vamos a outro caso que vivenciei como Delegado de Polícia:
O ajudante geral M.H.B. conduzia sua motocicleta, com a namorada na garupa, na região de Palmeiras. Repentinamente surge outro motociclista que emparelha sua moto com M.H.B. O garupa saca de sua arma de fogo e anuncia o assalto. O ajudante geral acelera a motocicleta e o marginal faz um disparo atingindo as costa da namorada de M.H.B. que fica paraplégica. Graças a uma competente investigação os assaltantes, uma semana depois, foram presos em Ribeirão Pires.


Mas, como se portar durante um assalto? Veja algumas dicas:

1) No momento em que o bandido tira o revolver da cintura ou anuncia verbalmente o assalto, a vitima não deve tentar fugir, correndo ou acelerando moto ou carro. Nesses casos normalmente o marginal faz um disparo na direção da vitima que tenta evadir-se.

2) Jamais reaja, pois 80% das vítimas que tentaram impedir um assalto foram baleadas.

3) Não realize movimentos bruscos, pois o criminoso pode imaginar que você esta esboçando uma reação ou tentando pegar uma arma de fogo.

4) Iniciado o roubo permaneça imóvel, mostrando sempre as mãos e siga as determinações do bandido.


5) Antes de realizar qualquer movimento (principalmente com as mãos) avise verbalmente o marginal para que ele não leve um susto e acabe acionando o gatilho do revolver.

6) Após anunciar o movimento que pretende realizar, faça-os de maneira lenta, sem afobação.

7) Não olhe para os olhos do marginal, pois isso pode irritá-lo, tornando-o ainda mais tenso.

8) Não tente negociar bens num momento tão crítico e perigoso. Pense somente na sua integridade física e mental e por isso entregue todos os pertences que o marginal ordenar.

9) Mesmo que você tenha certeza que o ladrão possui uma arma de brinquedo, não tente dominá-lo, pois eles sempre estão acompanhados e o comparsa pode te ferir pelas costas.
Durante o assalto 
Solicito que o leitor divulgue essas dicas a seus familiares e amigos, como forma de combatermos a violência urbana.
Dr. Jorge Lordello 

segunda-feira, 11 de março de 2013

VIOLÊNCIA, ELA NÃO PERDOA NINGUÉM!

De quem é a culpa de tudo isso?
Até quando que teremos que ver parentes,amigos ou conhecidos serem vitimas desta violência que nunca têm fim? ninguêm está livre dela, não podemos mais viver com tranqüilidade nos dias de hoje, graças a violência que acontece nos grandes centros urbanos.
E não é somente em grandes cidades que a violência domina, em qualquer lugar que você possa imaginar, lá está a inimiga numero um de qualquer ser humano.Você sai da sua casa para seu serviço, escola e não sabe se sua volta para casa é certa, o medo toma conta de qualquer cidadão brasileiro.
E isso o que relatei, não é um caso raro, infelizmente isto acontece diariamente em qualquer lugar do Brasil,o criminoso não quer saber se é criança ou idoso, ele simplesmente está para matar sem dó e piedade! Em quanto houver desigualdade social, educação de péssimo nivel no país, continuaremos conhecidos mundialmente pela criminalidade, hoje a escola da criminalidade começa antes dos 10 anos, que é um absurdo inadmisível.
Senhoras de idade entrando em depressões ao verem seus filhos no tráfico, ou ao observarem tiroteios à redores da sua casa, pessoas que jamais deveria observar cenas como essas, passam seus dias sofrendo ao acompanhar mais um dia de criminalidade.
Essa é a triste vida que muitas familías vivem nos dias de hoje, recebendo ameaças e mais ameaças!
Até quando que existirá humanos tão cruéis, que não sabem dar valor a vida?
Fonte: Ana Maria de Sousa 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

12 dicas de uma aprovada em concurso público


12 dicas de uma aprovada em concurso público
1. Acredite! Ok, você mal começou a ler e já deu de cara com um clichê. Mas é verdade, não tem como se dedicar e manter motivado até o final se você achar que não vai conseguir. Eu costumava pensar: alguém sempre vai passar!
2. Desencane da concorrência! Segundo clichê, tudo bem. Mas imagine que você está super empolgado, saiu o edital, já começou a ir atrás do material e de repente divulgam a relação: 600 candidatos/vaga (ou 100, ou 20, que seja). Não desanime, o que está ao seu alcance para estar à frente deles é VOCÊ se preparar – e a situação deles, coletivamente, não é diferente.
3. Não economize mais do que o necessário. Pense em material de estudo como investimento. Não se endivide, mas também não seja mesquinho. Vale bem mais a pena comprar um livro bom e caro do que comprar outro desatualizado ou que não serve pra nada. E não são só os livros: assine sites especializados. Eu usei o da Folha Dirigida pra download de provas (fiz a menor assinatura, super baratinho e baixei milhões de provas) e para as matérias jurídicas usava também a biblioteca de questões do Portal ClubJus que tem um filtro ótimo que delimita bem o assunto. Na época era gratuito, depois creio que passou a ser cobrado. Mas admito que comprei várias coisas inúteis, como um curso online de raciocício lógico que chegou a me dar vergonha alheia pela quantidade de erros. Nem sempre a gente acerta…
4. Peça ajuda a quem sabe. Leve o edital para um conhecido da área indicar a bibliografia. Para as matérias jurídicas, eu cansei de comprar livros que estavam totalmente fora do propósito até que uma prima advogada me indicou e até emprestou os livros certos.
5. Foco no conteúdo! O tempo muitas vezes é escasso. Se o assunto for interessante, a tentação de divagar fica grande. É como pesquisar na Wikipédia: você entra em um assunto, clica num link, depois em outro e daqui a pouco nem lembra mais onde começou e o que queria saber. A minha dica é ficar sempre com o conteúdo programático em mãos. Eu prendi o meu num desses calendários triangulares de mesa, pra não perder no meio da papelada e ia grifando com um marca-texto os assuntos já estudados.
6. Não se deixe desanimar pelos outros. Tem gente que vai insistir pra você sair bem naquele dia que o estudo está rendendo, outros vão dizer que concurso é uma questão de cartas marcadas (eu não acredito que seja tão fácil de a entidade fraudar com sucesso, pelo menos na maioria dos casos, mas tudo bem). Enfim, tem coisas que é melhor deixar entrar por um ouvido e sair pelo outro.
7. Lazer e equilíbrio. Claro que você vai abrir mão de algumas coisas, mas se ficar trancado em casa não vai se manter motivado por muito tempo. Como eu trabalhava período integral, precisava usar as noites e final de semana para estudar. Desisti de algumas viagens, mas sempre arranjava tempo pra uma cervejinha com os amigos. Tem que ser encontrado o equilíbrio.
8. Respeite-se! Há dias que não adianta, a matéria não entra de jeito nenhum: dê um tempo, caminhe, tome um banho, cozinhe, tome uma cerveja, converse no MSN. Se não tiver jeito, tire o dia de folga e recomece amanhã. Só não pode virar hábito.
9. Plano B. Chegou um momento em que eu estava saturada, me distraía o tempo todo com TV, Internet, comida… Só motivação pura não bastava, aí passei a ir estudar na biblioteca de uma faculdade. E tinha que ser numa bem longe, porque se ia na mais perto de casa me dava muita vontade de fugir pro meu quarto.
10. Exercícios, exercícios! O mais megaimportante: EXERCÍCIOS, MUITOS EXERCÍCIOS, EXERCÍCIOS EXCESSIVOS. Não importa se você estuda lendo, fazendo tabela, resumo, desenho, organograma, o importante é resolver muitos exercícios mesmo. Resolver, e não ficar lendo a pergunta e a resposta certa. Tenho certeza que foi esse exagero que me fez ser aprovada: lia um assunto, daí resolvia umas 100 questões sobre aquilo. Cansava? Ok, só mais 20… Fazendo isso você passa a entender o raciocínio das perguntas, o que a banca costuma avaliar de cada assunto. A formulação muda, mas o conteúdo é semelhante. Além disso, você ainda percebe as suas próprias dúvidas e as corrige.
11. Reprovou em 2? Em 3? Não desista! No último ano fiz 7 concursos e muitas vezes bati na trave, daí pensava: “É, alguém se preparou mais que eu…” Ou ia super bem na prova e caia lá pra trás na classificação por causa de alguma prova de títulos. Não vou mentir, isso me deixava furiosa e às vezes depois de uma decepção dessas ou de uma prova muito difícil, eu me permitia uma semana de folga, ou até mais. Mas logo recomeçava, mesmo que num ritmo mais lento.
12. Tenha um objetivo Minha aprovação mais recente foi para um cargo pelo qual eu tenho fascinação, então não foi difícil: conseguia até me imaginar exercendo. Mas a motivação pode ser qualquer uma: quer ser PF para lutar contra o crime, ser fiscal para combater contrabando ou a galera que sonega enquanto a gente se mata de pagar impostos? O importante é ter foco, e nem sempre precisa ser no contra-cheque e na estabilidade.
Links que podem ajudar:

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Prostituição Infantil: uma violência contra a criança


A prostituição infantil trata-se da exploração sexual de uma criança a qual, por vários motivos, torna-se fragilizada. Segundo a UNICEF, cerca de 250 mil crianças estão prostituídas no Brasil.

A prostituição infantil trata-se da exploração sexual de uma criança a qual, por vários motivos, torna-se fragilizada
A prostituição infantil trata-se da exploração sexual de uma criança a qual, por vários motivos, torna-se fragilizada
Um dos temas mais constrangedores ao Brasil, não apenas à própria sociedade brasileira, como no âmbito internacional, é a existência da chamada prostituição infantil. A despeito de todos os esforços do Estado no enfrentamento deste problema, há a permanência de uma realidade hostil para muitas crianças – principalmente meninas – nas regiões mais pobres do país: segundo a UNICEF, em dados de 2010, cerca de 250 mil crianças estão prostituídas no Brasil.
De forma geral, a prostituição infantil trata-se da exploração sexual de uma criança a qual, por vários fatores, como situação de pobreza ou falta de assistência social e psicológica, torna-se fragilizada. Dessa forma, tornam-se vítimas do aliciamento por adultos que abusam de menores, os quais ora buscam o sexo fácil e barato, ora tentam lucrar corrompendo os menores e conduzindo-os ao mercado da prostituição.
Os aspectos facilitadores desta condição na qual se vê destruída a infância desconsideram os direitos e a necessidade de proteção da criança. Para além das possíveis vulnerabilidades decorrentes da situação socioeconômica - se não a principal causa, certamente uma das mais importantes – estão outros aspectos como o próprio gênero da criança, fato que explicaria uma maior vulnerabilidade das meninas, tão expostas à violência contra a mulher até mesmo no ambiente familiar. Isso sugere que são aspectos importantes para a compreensão da violência contra a criança e outros para além daqueles ligados apenas às questões de pobreza. A questão de gênero estaria intrínseca a um modelo sociocultural que, por vezes, como no caso brasileiro, pode reproduzir uma naturalização da discriminação contra a mulher (fruto de valores machistas), vista como objeto destituído de valor, de consciência e liberdade.
Assim, não se deve associar a prostituição infantil apenas à condição de pobreza da criança, mas sim considerar as particularidades de sua manifestação. Também para além da pobreza, o desenvolvimento de vícios por drogas conduzem essas crianças a uma situação deplorável e de extrema necessidade de cuidados especiais. Para atenderem às imposições da dependência química que as dominam, vendem seus corpos para conseguirem algum dinheiro para a compra de drogas (ou mesmo aceitam fazer programas tendo como pagamento a própria droga).
Outro complicador desta questão é o chamado turismo sexual, o qual consiste na chegada de vários estrangeiros a regiões como o Nordeste brasileiro em busca de sexo. Meninas pobres, moradoras das regiões periféricas e precárias ao redor dos grandes centros ocupam as principais ruas e avenidas para se oferecerem como mercadoria barata neste mercado do sexo que se estabelece em endereços turísticos por todo o Brasil, principalmente nas praias nordestinas.
Se por um lado a prostituição ainda faz parte da realidade brasileira, é importante destacar alguns avanços nesta luta. No Brasil, em 2000, institui-se o Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-Juvenil, assim como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil, comemorado em 18 de maio, dia em que uma menina de 8 anos foi abusada e morta em 1973 no Estado do Espírito Santo causando indignação nacional. Segundo o Governo Federal, este Plano Nacional de Enfrentamento está dividido em seis eixos estratégicos, sendo eles: Análise da Situação, Mobilização e Articulação, Defesa e Responsabilização, Atendimento, Prevenção e Protagonismo Infanto-Juvenil. A coordenação deste Plano fica a cargo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), assim como dos Conselhos de Direitos Estaduais e Municipais de cada região. Além destas instituições, outras esferas de acompanhamento e controle foram criadas, além de Varas Criminais especializadas em crimes contra crianças e adolescentes. Ainda segundo o governo federal, em 2008 foram reunidas mais de 3.500 pessoas de várias nacionalidades no III Congresso de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, no Rio de Janeiro, fato que marca uma sensibilidade internacional com esta realidade que afronta os Direitos Humanos.
Segundo o site da UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância, este órgão adotou em meados de 2000 o Protocolo Facultativo para a Convenção sobre os Direitos da Criança, que trata da venda de crianças, prostituição e pornografia infantis. Vários países aderiram, a exemplo do governo brasileiro que promulgou tal protocolo em 2004. Este documento não apenas evidencia uma preocupação internacional, mas sinaliza a tentativa da criação de mecanismos para esforço mútuo contra essas terríveis formas de violência e exploração contra a criança. Ao longo do texto que introduz os pontos deste protocolo, a UNICEF aponta haver a concordância entre os países de que “a eliminação da venda de crianças, prostituição e pornografia infantis será facilitada pela adoção de uma abordagem global que leve em conta os fatores que contribuem para a existência de tais fenômenos, particularmente o subdesenvolvimento, a pobreza, as desigualdades econômicas, a iniquidade da estrutura socioeconômica, a disfunção familiar, a falta de educação, o êxodo rural...” (UNICEF, 2011, s/p).
Isso mostra que o posicionamento mais efetivo do Estado com relação a este problema não apenas se faz urgente, como também possui de fato certa complexidade. Não se trataria apenas de coibir a ação de aliciadores ou de uma clientela em potencial deste tipo de prostituição, mas fundamentalmente pensar o cuidado com o menor e o adolescente nas mais diversas esferas: da saúde, passando pela educação, bem como na criação de oportunidades claras de inclusão social. Requer a necessidade de apoio e orientação psicológica às crianças nesta condição, seja para aquelas que realmente estão em condição de rua, seja para aquelas que a despeito de terem família estão em um ambiente impróprio para sua infância e formação enquanto indivíduo (haja vista a exploração promovida em muitos casos pelos próprios pais).
 Em suma, cabe ao Estado zelar pelo bem-estar da criança e do adolescente, em especial por aqueles em maior situação de vulnerabilidade social. Porém, tal vulnerabilidade seria promovida não apenas pelo desprovimento de recursos, mas também pela naturalização cultural da discriminação, como no caso das meninas vistas como meros objetos. Logo, é preciso refletir não apenas sobre o papel do Estado, mas sobre o da própria sociedade, sobre seus valores e sua capacidade de percepção sobre a real natureza da lógica da violência contra a criança.

Paulo Silvino Ribeiro
Colaborador Brasil Escola
Bacharel em Ciências Sociais pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
Mestre em Sociologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Doutorando em Sociologia pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas

PROSTITUIÇÃO E DROGAS/DESCASO SOCIAL


 A conscientização, é sem sombra de dúvida o ponto de partida para as ações necessárias a se tomar em relação a se barrar o mal nefasto que se instala a cada dia um pouco mais em nossa sociedade. inimigo cruel agindo como se fosse um chacal pernicioso, aproveitando-se do ócio, da falta de opção tanto de lazer quanto de ocupação de nossos jovens que sem perceber estão inevitavelmente iniciando um caminho perigoso e costumeiramente trágico.

    Não estamos aqui para observarmos nossos filhos sucumbirem perante nossos olhos sem que tenhamos se quer a preocupação de alertá-los. Não é justo que sabendo do desfecho fatal não tomemos providência enquanto ainda for possível. Tempos de dor e arrependimento só se evita dedicando tempo a conversa e ao ensinamento, com respeito às diferenças e negando-nos a aceitar tacitamente o tenebroso futuro que sorrateiramente espreita nossa prole.

    Ainda que não seja totalmente correto, podemos afirmar em parte que se trata de caso de polícia, pois pela própria natureza é provável que cedo ou tarde o individuo marginalizado fará ato de amplitude delituosa, todavia não devemos esquecer que quase sempre a inicialização se dá pela questão social, e aí é onde podemos fazer muito em relação ao consumo e venda de substâncias alucinógenas por meninos e rapazes, igualmente a meninas aliciadas para o sexo quando ainda se quer apresentam fluxo menstrual, perdendo não só a inocência mas sim a possibilidade de se tornar um cidadão na essência da palavra.

    Será que devemos concordar com a contestável verdade exposta na cara do nosso povo, que nos dá o veredicto cruel do fim da esperança? Ou devemos relutar contra essa paraplegia de idéias focadas na solução de problema para que em breve, não se tornem incontroláveis, atormentando-nos, pois é certamente isso que ocorrerá se continuarmos com essa falta de comprometimento subsidiando com nossa passividade a escalada gradativa de todo o mal que afeta principalmente os pouco providos.

    Por mais que o tempo passe, se em nossos corações mantermos presente a boa vontade, sempre veremos saída para os problemas, e não nos esquivaremos por mais que isso nos custe, por mais que nos desgaste, pois a verdadeira intenção é dar condições para que talentos floresçam, e vidas não se esvaiam.

    A maior de todas as ações é aquela que possibilita alguém optar por qual destino seguir, e o pior mal que se pode fazer é não propiciar a escolha, conduzindo por omissão ao abismo.


Sérgio Lira da Cruz
Técnico Contábil
Estudante de Administração
Letrista e Compositor

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Recém-formado, Odontólogo fronteirense Raony Môlim é destaque e entrevista da UESPI


Os acadêmicos do período 2012.2 “Turma Maria Ângela Arêa Leão Ferraz” do curso de Odontologia da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) campus Alexandre Alves, em Parnaíba, têm muito o que comemorar. Recém-formados, todos os novos cirurgiões-dentistas acumulam vitórias e conquistas profissionais como a seleção de mestrado e aprovação de toda a turma em concursos públicos.


Raony Môlim de Sousa Pereira é natural de Fronteiras e também acumula diversas conquistas e projetos de pesquisas a nível nacional. Ele foi classificado para o cargo de Odontólogo Plantonista pela Fundação Municipal de Saúde de Teresina no último certame, desenvolveu projetos de pesquisa em parceria com a Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto (USP) como colaborador no Piauí do experimento “detecção do anticorpo anti-PGL-1 na saliva de pacientes com hanseníase como fatores de exposição ao mycobacterium leprae e atividade da doença” e, agora, foi convidado para ser pesquisador bolsista pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP junto à Instituição de maior conceito da América Latina, a Universidade de São Paulo – USP com pesquisas na área de testes de avaliação e desenvolvimento de materiais odontológicos.


Raony também destaca o esforço da turma, atribui a vitória a própria UESPI, aos seus mestres e revela planos para o futuro. “Quando entramos, em 2008, sempre buscamos nas dificuldades ânimo para superar e lutamos para procurar melhorias para cursar de forma digna. A professora Ângela Ferraz nos deu esse impulso na questão de projetos científicos e de extensão, alguns até já foram apresentados em Lisboa. Somos gratos a todos os nossos professores. Quanto ao futuro, indo para Ribeirão Preto, pretendo realizar as atividades da pesquisa onde ao mesmo tempo estarei me preparando para a seleção do Mestrado, que será em Julho e, logo após, engatar o Doutorado, para quando voltar ao Piauí, quero ser professor efetivo da UESPI”, declara.

Fronteirense é aprovada em três Universidades Federais na 1ª Etapa do SISU


A adolescente fronteirense Cibele Cristina Sousa Batista, filha do escrivão judicial José Cleuton Batista de Sá e de Marcélia Maria de Sousa Batista, foi aprovada e três Universidades Federais de Alagoas, Acre e Fortaleza, de acordo com o Sisteme de Seleção Unificada (SISU).
Com a nota obtida no ENEM, Cibele Cristina poderia cursar Meteorologia, Artes Cênicas, Zoologia, Medicina Veterinária, Agronomia e Engenharia de Produção.
A jovem, que segundo afirmação de ex-professores, amigos e familiares, sempre foi destaque na escolas por onde passou, optou por cursar Zoologia.

Foto: Arquivo Pessoal
FONTE: fronteirasonline

JOVENS USAM DROGA (METADOXIL) PARA TENTAR ENGANAR O BAFÔMETRO

JOVENS USAM DROGA PARA TENTAR ENGANAR O BAFÔMETRO
04/10/2008
Sem receita, droga para alteração hepática pode ser prejudicial ao rim. Contrariados pela Lei Seca, jovens das metrópoles inventaram um jeito de tentar driblar o bafômetro. Uma vitamina usada para tratamento de alterações hepáticas decorrentes da intoxicação alcoólica aguda é encarada como a "pílula mágica" para escapar da blitz. Só que o maior golpe desse novo "jeitinho brasileiro" é na saúde. Se utilizado em excesso e sem indicação, o remédio pode provocar até um colapso renal. E médicos alertam: todo o esforço é em vão, já que o medicamento não anula a taxa de álcool no sangue. O Metadoxil, derivado da vitamina B6, tem tarja vermelha, portanto, deveria ser vendido apenas sob prescrição médica. É indicado para o tratamento de alterações hepáticas decorrentes da intoxicação alcoólica aguda e crônica; tratamento de fígado gorduroso e hepatite alcoólica; além de completar protocolos terapêuticos para desmame, período em que o dependente diminui a ingestão de álcool, e contra a intoxicação aguda. A droga atua no metabolismo do álcool, acelerando a sua degradação por meio do aumento da atividade de determinadas enzimas. Sérgio Seibel, coordenador técnico de um centro de atenção psico-social para dependentes de álcool e outras drogas da Secretaria de Saúde de SP, explica que a vitamina B6 é envolvida no metabolismo de açúcares, aminoácidos e gorduras, mas "não é capaz de enganar o bafômetro": - Isso é um mito que está sendo espalhado. Esse remédio é usado num tratamento para dependentes de álcool com má nutrição. O médico alerta que o uso prolongado de uma super dose diária pode sobrecarregar o rim. O Metadoxil pode ainda causar erupções na pele e transtornos gástricos. - Pode interferir principalmente se a pessoa já estiver tomando outro medicamento. Pode proporcionar algum tipo de interação medicamentosa gerando conseqüências severas - acrescenta Amouni Mohmoud Mourad, farmacêutica assessora técnica do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo.

ELIMINAÇÃO LENTA - Quando ingere-se bebidas alcoólicas, a maior parte do etanol é absorvida rapidamente pelo intestino delgado e lançada na corrente sangüínea, para depois ser metabolizada no fígado. Somente 2% do total absorvido são excretados no ar expirado, saliva, suor e urina. - O processo de eliminação do álcool é lento. Num indivíduo que tenha atingido uma taxa de alcoolemia no sangue de 2,00g/l à 1h da manhã, só às 21h o organismo eliminou completamente o álcool no sangue. O processo não pode ser apressado por nenhum meio e tampouco é possível eliminar os efeitos do álcool - reforça Amouni. Existem, contudo, substâncias e fatores que perturbam a eliminação - atrasando as funções normais do fígado ou potencializando o seu efeito nocivo - como café, chá, tabaco, certos medicamentos e a fadiga. - Cristine Gerk - 
Fonte: Jornal do Brasil

Metadoxil, o que é, como funciona e o teste prático

Metadoxil é um remédio cujo princípio ativo é o Pidolato de piridoxina (metadoxina), que é o resultado da reação entre as moléculas de piridoxina (vit. B6) e do ácido carboxílico pirrolidona,(carboxilato pirrolidona ou piroglutamato). Sua principal função é a restauração do fígado debilitado pelo excesso de bebida, geralmente os remédios tinham a função apenas de proteger o fígado, esse tem de reparar. Segundo site do Ministério da Justiça, a droga é indicada para o tratamento de alterações hepáticas provocadas pela intoxicação alcoólica crônica, como fígado gorduroso e hepatite alcoólica. Além disso, promete ser de grande ajuda no tratamento terapêutico de desmame.
Como pode observar no teste prático feito pelos loucos do La Fenix, o integrante Henrique Minimim ingeriu uma cápsula do medicamento antes de começar o teste com vodca, enquanto os outros integrantes não tomaram remédio. Nas primeiras doses, o bafômetro indicou presença de álcool no sangue de Henrique, mas após a bebedeira, o teste indicou que ele não tinha nem indícios de álcool no sangue.
Enfim, de acordo com teste realizado pelo La Fenix, o remédio “camufla” a quantidade de álcool no corpo fazendo que o bafômetro não acuse embriagues, mas vale alertar que todo medicamente só deve ser ingerido após recomendado pelo seu médico, não saia tomando Metadoxildeliberadamente, esse foi apenas um teste e desaconselhamos o uso desse medicamento que tenha como intuito bular qualquer lei de trânsito.
FONTE: BLOGGER.COM

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Chuva forte em Alegrete do Piauí causa muitos estragos


Na madrugada desta terça-feira 22/01, por volta das 4:h00min a cidade de Alegrete do Piauí foi atingida por uma forte chuva que causou muitos prejuízos para os moradores que residem próximo ao açude localizado no centro da cidade.
A forte correnteza arrancou calçamentos, árvores, derrubaram postes, casas e arrastou vários animais, eletrodomésticos e tudo que encontrava pela frente.
Por volta das 16:h00min foi restabelecida a energia de alguns bairros, mas por falta de acesso a algumas centrais de energia ainda não foi possível o restabelecimento de energia no bairro vila, caixa d’água, assim como em outros bairros da cidade.
Fotos e Videos: Francisco Cícero e Josiel Alves

 FONTE: 180graus

Chuvas arrastam carros e alagam bairros em Alegrete do Piauí


Fortes chuvas atingiram o município de Alegrete do Piauí e arrastaram caros e alagaram muitas casas em dois grandes bairros da cidade, que fica no sertão do Piauí.
O prefeito de Alegrete do Piauí quer ajuda do Governo do Estado e decretou situação de emergência.
O prefeito de Alegrete do Piauí (382 km de Teresina) Márcio Willame Maia Alencar (PTB) afirmou que a chuva começou às 4 horas da madrugada, e continuou até ás 9h, sendo que foram de 220 mm. A cidade de Alegrete do Piauí estava a dois anos sem registrar chuvas.
“Uma catástrofe da natureza. Uma chuva que começou às 4 da manhã e terminou as 9, destruiu casas, praças, colégios, derrubou postes e alagou dois bairros. Agora eu quero ver os gestores estaduais nos ajudando a reconstruir a cidade.”, declarou Marcio Alencar.
1000 pessoas moram no bairros mais atingidos pela chuva. Nos bairros Vila e Cruzeiro, onde 10 casas foram destruídas as famílias foram desabrigadas e estão na casa de parentes.
Muitos muros de residências foram destruídos, inclusive o da família do prefeito Marcio Alencar.
Estouraram calçadas e ruas e bueiros, e dois carros foram arrastados pelas águas e levados a 400 metros de distância da cidade.
Márcio Alencar disse que a população de 6200 habitantes está preocupada por que existe no município a barragem Alegrete Velho. Ele teme que, com as chuvas, as paredes de barro se rompam e suas águas alaguem toda a cidade.
A praça do Cruzeiro também foi destruída. Postes de iluminação pública caíram e até o final da tarde de terça-feira o município está sem energia elétrica. “A cidade estava sempre a seca, o município estava com decreto de calamidade pública por conta da seca, e agora choveu demais, depois de dois anos sem chuva”, declarou Marcio Alencar.



































FONTE: meionorte